"EM DEFESA DOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS DA ALESP"

"EM DEFESA DOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS DA ALESP"

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Escolheram o serviço público e o servidor como alvos do ajuste

Na Agenda Brasil, da lavra do senador Renan Calheiros, propõe-se o retorno do modelo de administração pública gerencial, da era FHC; a reforma da previdência, com ampliação da idade mínima; e o reajuste planejado dos servidores públicos, leia-se congelamento da despesa com pessoal.
Por Antônio Augusto de Queiroz*
No cardápio de soluções para a crise, encontrei três fontes coincidentes no sentido de eleger o serviço público e o servidor como alvos do ajuste: a Agenda Brasil, um artigo de Armínio Fraga com proposta para superar a crise e as medidas anunciadas pelos ministros Nelson Barbosa e Joaquim Levy.  Citarei apenas três exemplos de cada fonte.
Na Agenda Brasil, da lavra do senador Renan Calheiros, propõe-se o retorno do modelo de administração pública gerencial, da era FHC; a reforma da previdência, com ampliação da idade mínima; e o reajuste planejado dos servidores públicos, leia-se congelamento da despesa com pessoal.
No artigo do ex-presidente do BC na gestão FHC, o economista Armínio Fraga, publicado em O Globo, de 13/09/20015, propõe-se a discussão sobre o tamanho e as prioridades do Estado; o fim da estabilidade do servidor; e a adoção da idade mínima de 65 anos, para homens e mulheres, para efeito de aposentadoria.
No anúncio do pacto dos ministros Levy e Barbosa, propõe-se adiar o reajuste dos servidores, passando de janeiro, como previsto no orçamento para 2016, para agosto; o fim do abono de permanência devido ao servidor com tempo para requerer aposentadoria, a suspensão de concursos públicos, e uma reforma da previdência, em elaboração em comissão interna do governo, que proporá também a ampliação da idade mínima, possivelmente nos mesmos moldes propostos por Armínio Fraga.
Os três pontos em comum: reduzir o tamanho e o papel do Estado; limitar ou reduzir despesa com pessoal e promover nova reforma da previdência, tanto do regime próprio quanto do regime geral são um péssimo sinal do que poderá vir em termos de qualidade de serviços públicos e precarização de relações de trabalho no serviço público.
A suspensão dos concursos públicos e o anúncio do fim do abono significam um mau presságio em relação à paridade. Isso significa que para manter pessoas em condições de requerer aposentadoria em atividade vão criar bônus, indenizações e outras formas de burla à paridade, arrochando ainda mais os aposentados, que já pagam contribuição de forma indevida.
As propostas, como se vê, atingem o serviço e o servidor público e, em quase todas as hipóteses, diretamente. É sempre assim, para honrar compromisso com os rentistas, desmontam o Estado e cortam direitos dos servidores públicos. Foi assim com Collor. Foi assim com FHC e está sendo assim com Dilma. E até mesmo Lula, com a sua reforma da previdência, foi por esse caminho.
Entretanto, como a implementação de todas as propostas demanda mudança legal - seja no nível de lei ordinária, seja em nível constitucional - resta aos servidores e suas entidades resistirem, protestando junto ao governo e pressionando o Congresso por sua rejeição.
Muitas entidades já fazem o trabalho parlamentar, mas agora há uma mudança substantiva na relação com o Congresso. Se na última década a briga era por mais e melhores direitos, agora a batalha é para evitar retrocessos, como aconteceu na penúltima década no Brasil.
Se não houver resistência – e significativa – perante o governo nem forte pressão sobre o Congresso, novas medidas serão anunciadas, considerando que os custos são baixos ou difusos. Os governos, de um modo geral, trabalham com a régua do custo-benefício. Se uma medida tiver alto benefício e baixo custo, será priorizada frente a outra com alto custo e baixo benefício.
Por isso, os servidores e suas entidades devem combinar a pressão de rua, como greves e manifestações, com o trabalho institucional, de pressão sobre os poderes, para evitar retrocesso em suas conquistas sociais. A luta pela regulamentação da Convenção 151 da OIT, por exemplo, assim como a liberação com ônus de dirigentes sindicais, ganham importância neste cenário. No primeiro caso porque obriga o governo a sentar e negociar. No segundo, porque as entidades poderiam contar com líderes sindicais imunes às pressões das chefias com dedicação exclusiva à defesa de sua base.
(*) Jornalista, analista político e diretor de Documentação do Diap.

NOTA DE REPÚDIO DA PÚBLICA

NOTA DE REPÚDIO - SOBRE OS CORTES ORÇAMENTÁRIOS
A PÚBLICA – Central do Servidor, que representa servidores públicos ativos, aposentados e seus pensionistas, dos Poderes e Órgãos do Executivo, Legislativo e Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e Tribunais de Contas, das esferas Federal, Estadual, Municipal e do Distrito Federal, manifesta sua irresignação com os cortes orçamentários anunciados pelo Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, nesta data, que vão prejudicar diretamente os serviços públicos prestados à população, bem como a execução de importantes programas sociais.
Para espanto até mesmo de aliados políticos, o Governo federal anuncia uma economia de R$ 26 bilhões a partir do congelamento salarial dos servidores públicos, da suspensão de concursos e da dispensa de 100 mil servidores que atualmente estão em abono de permanência. Vale dizer, medidas que esvaziam os quadros de servidores e, por conseguinte, acarretam a precarização dos serviços prestados à população.
Causam indignação à PUBLICA – Central do Servidor, sobretudo, dois aspectos das medidas anunciadas: 1) o fato de terem sido tomadas à sorrelfa, sem o necessário debate com as entidades de classe do serviço público, segmento mais afetado pelos cortes; 2) o fato de imporem o ônus do desequilíbrio fiscal – originário de erros desse mesmo Governo, deve-se observar – exclusivamente à classe trabalhadora, haja vista não terem sido anunciadas, por exemplo, quaisquer medidas que imponham limites aos ganhos financeiros dos grandes bancos, que somente no exercício passado lucraram mais de R$ 70 bilhões no país. Trata-se de uma afronta ao movimento dos trabalhadores do setor público, que enseja nosso mais veemente repúdio.
Brasília, 14 de setembro de 2015.
Nilton Paixão
Presidente da PÚBLICA – Central do Servidor

XXXV ENCONTRO DA FENALE

Prezadas (os) Companheiras (os), Dirigentes e Entidades Filiadas

Ao cumprimentá-las (os) respeitosamente, levamos aos conhecimento de todas (os) as primeiras informações sobre o XXXV ENCONTRO NACIONAL DA FENALE.

Assim é que, após estudos de viabilidades de infraestrutura e custos operacionais, ficou estabelecido que o ENCONTRO será realizado do dia 24 ao dia 27 de novembro de 2015, na Cidade de Campo Grande, Estado do Mato Grosso do Sul, conforme decisão adotada pelo Conselho de Representantes no XXXIV ENCONTRO em junho p.p. na cidade de Vitória/ES.
Informamos também que a SESSÃO SOLENE DE ABERTURA DO XXXV ENCONTRO NACIONAL será realizada às 19.00hs (dezenove horas) do dia 24/11/15, na Assembleia Legislativa, após o que haverá o Jantar de Confraternização das Delegações.

A Programação segue nos dias 25/11, a partir das 9.00hs, com o Pinga-Fogo, Comissão da Carta, Palestra, Reunião da Diretoria e do Conselho Fiscal, e 26/11 Reunião do Conselho de Representantes - "CARTA DE CAMPO GRANDE", Relatório da Diretoria, Prestação de Contas, aprovação das Moções, Reunião da Comissão Eleitoral. Assuntos Gerais: "Parcerias".  (noites livres)

Dia 27/11 - 8.00hs. - ASSEMBLEIA GERAL ELEITORAL 1ª Convocação para a ELEIÇÃO DA DIRETORIA, CONSELHO FISCAL e REPRESENTANTES JUNTO À CONFEDERAÇÃO; - 2ª Convocação para a Eleição em caso de aplicação do § 2º do artigo 531 da CLT, ( Chapa Única). - Entrega de Certificados - Encerramento.
(Almoço de Confraternização e Encerramento do XXXV ENCONTRO NACIONAL)

OBSERVAÇÃO - 

1 - O objetivo do presente Comunicado é de que todas (os) possam antecipar as aquisições das passagens com preços mais econômicos;

2 - Outras informações quanto à hospedagem, Valor da Taxa de Inscrição, Programação após o Encerramento do XXXV ENCONTRO, serão transmitidas oportunamente.

CORDIALMENTE

JOÃO MOREIRA
Presidente


JOSÉ EDUARDO RANGEL
Secretário Geral

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

ATO PÚBLICO EM DEFESA DO IAMSPE E MATÉRIA DO DIÁRIO DE S.PAULO SOBRE AS REFORMAS DO HSPE


Matéria do Jornal Diário de São Paulo sobre a Reforma do Hospital do Servidor Público Estadual - Francisco Morato de Oliveira nesta data, 26 de agosto de 2015

CCM Iamspe realizará ato no dia 27 em defesa do HSPE


Conforme deliberação da Plenária de Entidades que forma a Comissão Consultiva Mista do Iamspe (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual), a CCM Iamspe realizará um ato público na próxima quinta-feira, dia 27 de agosto, a partir das 11 horas, em defesa do Hospital do Servidor Público Estadual - Francisco Morato de Oliveira.

Segundo Sylvio Micelli, presidente estadual da CCM Iamspe, o evento tem como intuito "discutir problemas de atendimento que vem sendo objeto de reclamação de diversas entidades do funcionalismo". A sugestão foi feita pelo representante de Peruíbe, Cláudio Yamawaki e acolhida pela Plenária na reunião passada.

Micelli destaca que os maiores problemas verificados hoje no HSPE estão relacionadas à elevada demanda de atendimento. "O governo precisa investir para ampliar o atendimento, seja no pronto socorro, seja nos ambulatórios, seja na internação. A procura pelo atendimento tem aumentado muito, à medida que os planos de saúde vão encarecendo", alertou.

O presidente da CCM Iamspe também cita a necessidade da conclusão da primeira fase da reforma do HSPE. "Infelizmente, o governo não repassou recursos ao Iamspe para finalizar as obras que, segundo a administração estão 80% prontas. Era para ter encerrado no passado e já estamos caminhando para o fim de 2015. Isso significa que temos muitos leitos fechados, o que dificulta, ainda mais, a procura por atendimento".

Podem participar do ato, que é público, entidades do funcionalismo e usuários do HSPE.

O que: Ato Público em Defesa do HSPE-FMO
Quando: quinta, 27 de agosto, 11 horas
Onde: HSPE - Prédio dos Ambulatórios, Rua Borges Lagoa
Por que: alertar para a necessidade de mais investimentos por parte do Governo do Estado
Realização: Comissão Consultiva Mista do Iamspe e suas entidades participantes

Abraços
SYLVIO MICELLI
Jornalista & Escritor

ASSETJ - FESPESP - CNSP
CCM IAMSPE - SJSP

++ 55 11 987 135 444
sylvio@post.com

terça-feira, 25 de agosto de 2015

PEC 555 TEM AUDIÊNCIA PÚBLICA EM CUIABÁ

CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA DE INATIVOS

Classe política mato-grossense entra na luta pela aprovação da PEC 555

A PEC 555 é de autoria do ex-deputado federal Carlos Mota (PT-MG) e está em tramitação desde 2006

RAPHAELLA PADILHA


Audiência Pública (Foto: Fablicio Rodrigues/ALMT)
A classe política mato-grossense uniu-se ao Movimento Nacional dos Servidores Aposentados e Pensionistas (Mosap) na luta pela aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 555/2006, que extingue  a contribuição previdenciária de 11% para os funcionários de carreira que recebem acima do teto previdênciário, que hoje está fixado em R$  R$ 4.663,75. O apoio do Poder Legislativo ocorreu na manhã desta segunda-feira, durante audiência pública realizada no auditório Milton Figueiredo, e reuniu dezenas de sindicalistas e inativos.
A  PEC 555 é de  autoria do ex-deputado federal Carlos Mota (PT-MG) e está em tramitação desde 2006. Em 2009, devido à alegação de que a proposta causaria um rombo aos cofres do governo federal, o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP) apresentou um substitutivo integral à proposta estabelecendo a redução gradativa da contribuição previdenciária, que teria um decréscimo anual de 20%, começando aos 61 anos até os 65,  idade em que o desconto seria cessado.  
O movimento em Cuiabá, liderado pelo deputado estadual Dilmar Dal’ Bosco (DEM),  deu  sequência a uma mobiização nacional do Mosap, que já obteve apoio da classe política dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco e  Rio Grande do Norte. O presidente do movimento, Edison Guilherme Haubert,  ressaltou a importância dos debates em Mato Grosso.
“Esse movimento em Cuiabá é de extrema necessidade, pois precisamos do compromisso dos parlamentares federais de todo Brasil para que a matéria venha para a pauta de votação. Em 2004, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) analisou uma série de ADIN - Ação Direta de Inconstitucionalidade - mas todas foram negadas, a meu ver, obedecendo um aspecto político e econômico em favor do governo federal, sem levar em consideração que na verdade trata-se de uma bitributação, algo inconstitucional e um completo absurdo”, afimou Haubert.
Passados nove anos de sua apresentação, a PEC 555/2006 nunca foi colocada para apreciação em Plenário na Câmara dos Deputados. De acordo com o parlamentar federal Ezequiel Fonseca (PP), neste período, mais de 700 requerimentos pedindo sua inclusão foram apresentados à presidência, mas nenhum foi acatado. A matéria, de acordo com a base de sustenção do governo federal,  é considerada uma “pauta bomba”, já que, segundo eles, causaria perda na arrecadação.
“A Emenda 41/2003 ignorou o direito adquirido dos aposentados e podemos classificá-la como a 'emenda da injustiça'. O substitutivo  do deputado Arnaldo Faria amolece o discurso fiscalista do governo federal e terá todo nosso apoio, inclusive para ser incluso na Ordem do Dia, algo que sempre é barrado pela presidência da Casa”, disse Fonseca.
O presidente  nacional do Sindicato dos Fiscais de Tributo (Sindifisco), Celso Malhani de Souza, classificou  a contribuição dos aposentados como um ‘confisco à brasileira’, já que o desconto se dá sem qualquer contraprestação. Ele conclamou os sindicalistas a irem a Brasília na próxima semana, para cobrar a votação da PEC 555/2006.
O senador José Medeiros (PPS-MT) afirmou que existe uma política nacional inversa, que enxerga aposentados como encosto, como um peso para a sociedade. Ele classificou ainda a contribuição previdenciária de aposentados e pensionistas como um imposto, criado pela União para tampar o buraco da Previdência Social, lembrando que desde a década de 50 esse assalto vem sendo realizado na ‘cara limpa’, quando o governo usou os recursos da Previdência Social para realizar as obras da Copa do Mundo de Futebol. 
“Assim que a matéria chegar ao senador, uma Casa em que há paridade entre seus membros, me comprometo a mobilizar meus colegas e aprová-la o mais rápido possível, lembrando que, para que isso aconteça, é necessário antes a análise da Câmara dos Deputados”, concluiu Medeiros.
"Quando chegamos à terceira idade quase todos os nossos rendimentos são revertidos à saúde, com gastos absurdos com remédios e planos privados e nesse período, após uma vida inteira de contribuição, o Governo Federal  impõe aos aposentados uma contribuição cruel e injusta. É preciso entender o impacto disso nas contas dos inativos e compreender que parte dos valores descontados  dos pensionistas voltará  aos cofres públicos em forma de impostos  como ICMS, ISSQN  e outros  tributos. Não podemos aceitar a destituição de direitos conquistados a duras penas por este segmento tão importante", afirmou o deputado Dilmar Dal' Bosco, que liderou um abaixo assinado com mais de 160 assinaturas em favor da PEC 555/2006. O parlamentar também se comprometeu em colher o autógrafo de todos os seus pares pelo fim da contribuição.

Mais informações:
DEPUTADO DILMAR DAL BOSCO
Telefone: (65) 3313-6838

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Funcionalismo marca presença na audiência da CFOP na capital

19/08/2015 21:45

Funcionalismo marca presença na audiência da CFOP na capital

A categoria apresentou sua pauta de reivindicações para o Orçamento 2016

Da Redação: Marisa Mello Fotos: José A. Teixeira

As principais demandas apresentadas na audiência pública daComissão de Finanças, Orçamento e Planejamento, nesta quarta-feira, 19/8, na Assembleia Legislativa, para debater o Orçamento estadual de 2016, referem-se à pauta de reivindicações do funcionalismo público, maciçamente presente na reunião. 

Antonio Tuccilio (da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo - Afpesp), Sylvio Micelli (da Comissão Consultiva Mista do Iamspe), Wally Luhmann (presidente da Associação dos Professores Aposentados do Magistério Público do Estado de São Paulo - Apampesp), Derli Barreto (presidente do Sindicato dos Procuradores de Universidades Públicas do Estado), Denise Ricala (do Sindicato dos Trabalhadores do Centro Paula Souza - Sinteps), Elza Barbosa (da Afpesp) e Rafael Câmara (defensor público) se revezaram na tribuna para apresentar questões pontuais como revalorização da categoria mediante reajuste salarial na data-base, contrapartida financeira do Estado no financiamento do Iamspe, pagamento de precatórios e melhores condições de trabalho, entre outras. 

Integrantes da Associação dos Funcionários do Itesp (Afitesp) compareceram à reunião para entregar um documento que detalha as demandas da categoria, atualmente em greve. 

Para a cidade 

Algumas sugestões para bairros da capital foram feitas pelos participan­tes. Hebert Seabra, da Associação de Nordestinos do Estado de São Paulo, falou do déficit habitacional, no que foi apoiado por Maria do Socorro Alves, da Associação Beneficente Nosso Sonho (Itaquera), que também destacou a necessidade de políticas públicas para jovens. 

A jovem arquiteta Juliana Regina relacionou vários problemas que a capital enfrenta: falta de escolas, moradias e atendimento adequado de saúde. "Mas a área com pior serviço é a de transporte público", lembrando que esse segmento precisa de melhorias urgentes. 

Laudislei Oliveira, da Associação dos Moradores do Jardim Mirna (Varginha- zona sul) pediu a extensão da linha 9 de trem - que liga Jurubatuba a Varginha, de forma a atender o bairro de Colônia, onde está sendo construído pela prefeitura o Hospital de Parelheiros. A extensão da linha é essencial para o acesso ao hospital. Melhorias para o transporte, como VLT para Diadema, foi o foco da manifestação de Eliane Rodrigues, do Fórum de Transportes de Diadema, que ainda tratou do terminal rodoviário para a cidade. A retomada do Ensino para Jovens e Adultos e a instalação do Museu da TV foram as sugestões de Fabio Siqueira. 

O vereador de Guarulhos, Guti (PV), pediu ajuda urgente para o município saldar dívida da Sabesp, hoje equivalente ao orçamento anual da cidade. 

O representante da Cooperativa Paulista de Teatro, Rudifran Pompeu, propôs que a cultura receba mais atenção do Estado. 

Passaram cerca de cem pessoas pela comissão e, ao final, educação e saúde foram escolhidas como prioridade com 22 votos cada e funcionalismo recebeu 15 votos. A reunião foi predidida pelo deputado Mauro Bragato (PSDB). Também participaram os deputados Barba, Márcia Lia e Enio tatto (todos do PT), Orlando Bolçone (PSB), Coronel Camilo (PSD) e Estevam Galvão (DEM), e ainda o representante da Secretaria Estadual de Planejamento, Maurício Hoffmann. 

A próxima audiência acontece na Câmara de Jundiaí, às 10h, nesta quinta-feira, 20/8.

Veja as fotos desta matéria clicando aqui:

http://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=366527


ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MATO GROSSO REALIZARÁ AUDIÊNCIA PÚBLICA DA PEC 555/2006 DIA 24 DE AGOSTO


Brasília, 17 de agosto de 2015.

Senhor (a) Presidente, Diretores (as)
e representante junto ao MOSAP

Prezados colegas e amigos,
Ao cumprimenta-los a todos efusivamente informo que foi confirmada a data de 24 de agosto próximo para a Audiência Pública, anteriormente pré-agendada, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, na Capital de Cuiabá com início às 9:00horas da manhã, conforme comunicado pelo Diretor Adjunto do MOSAP – Roberto Negri (SINASEMPU), fone (65) 9988-3538.
A pauta será a PEC 555/2006(extinção da contribuição previdenciária de aposentados e pensionistas).
Na próxima semana, informaremos maiores detalhes, se houverem.
No Estado do Mato Grosso é oportunidade de arregimentar o maior número possível de Entidades, seus Dirigentes e filiados, bem como a presença de Dirigentes Nacionais e suas representações no Estado.
Precisamos buscar apoio dos Deputados Federais em suas bases políticas nos seus Estados e em Brasília.
Só seremos fortes se agirmos unidos e aí venceremos!
Abraço a todos, na certeza do intenso engajamento e participação.
Edison Guilherme Haubert
Presidente